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sábado, 9 de março de 2013

Educação Ambiental: nas escolas e nas empresas

                                                      Educação Ambiental: nas escolas e nas empresas

Hoje em dia, a Educação Ambiente tem sido refletida na sociedade, devido a degradação do meio ambiente, criando uma necessidade de articular ações nas escolas e empresas para diminuir a deterioração da natureza. Para a questão de danos no meio ambiente é necessário entender o papel do ser humano na sociedade, pois os problemas na natureza muitos são criados pelos homens. Então, deve se pensar a forma do homem agir em relação à questão ambiental.

Educação Ambiental: nas escolas

Educação Ambiental: nas escolas
A preocupação com o desenvolvimento sustentável desenvolve a possibilidade da criação de ações preventivas da sociedade, bem como, nas escolas é preciso mostrar aos estudantes que algumas atividades dodia-a-dia podem afetar e comprometer o ecossistema que os sustentam. Os problemas com a natureza são cada vez mais notórios, principalmente porque o mundo se desenvolve industrialmente e cada vez mais esse avanço traz pontos negativos para a vida das pessoas, assim como,celulares modernos. Os aparelhos de celulares vêm sendo trocados de maneira rápida, atualmente, uma criança não permanece mais de 6 meses com o mesmo celular e na hora de se desfazer dos aparelhos jogam em locais impróprios degradando a natureza. Deve se promover ações nas escolas para mostrar a maneira certa de agir com na utilização de alguns objetos que provocam danos a natureza ou até mesmo na hora de desfazer desses objetos, consequentemente essas ações irão trazer benefícios à natureza e também a vida do ser humano.

Educação Ambiental: nas empresas

As empresas também podem ajudar o meio ambiente, atitudes como as de supermercados que ensinam a sociedade a usar sacolas ecológicas e reutilizáveis que não agridem o meio ambiente. Vale lembrar que assacolas plásticas agridem muito o meio ambiente, pois as sacolas plásticas entopem canais, bueiros e dentre outros problemas, ou seja, o impacto na natureza pela maneira de descarte incorreto das sacolas plásticas é enorme. Além disso, o uso das sacolas ecológicas e reutilizáveis acrescenta um valor positivo a imagem da empresa, portanto beneficia a natureza e ainda lucra com a sustentabilidade.

O que é Filosofia: antiga, moderna, e para que serve

                                             O que é Filosofia: antiga, moderna, e para que serve

A Grécia antiga foi o berço da filosofia, tendo surgindo mais ou menos no século VI antes de cristo. O que é Filosofia? É um estudo que abrange a existência, o conhecimento, os valores morais e étnicos, a linguagem, a verdade e a mente com seus principais problemas. A filosofia surgiu como domínio da razão sobre a teologia e a mitologia, com a filosofia os homens passariam a pensar no ser humano com uma maior reflexão dos seus atos. Os primeiros grande filósofos buscaram responder as questões da vida pela obtenção do conhecimento verdadeiro, que só poderia ser obtido através da reflexão e da sabedoria, ou seja, racionalmente debateram sobre questões como os valores morais, a realidade das coisas, a origem das coisas, características do verdadeiro conhecimento, natureza de Deus e outros. A filosofia diferente da ciência não recorre a meios empíricos, ou seja, que tem base na experiência para criar seus argumentos.

O que é Filosofia Antiga

O que é Filosofia Antiga
A filosofia antiga, de grandes pensadores como AristótelesPlatão, Xenófanes, Prótagoras, Socrates, Pitágoras, Tales e outros buscou por meio da razão identificar os ditames da sociedade, seus costumes, seus hábitos, suas crenças e tudo o que poderia ocorrer na sociedade. O que é filosofia compreende diversas áreas de variados tipos de conhecimento, estudando desde assunto totalmente abstratos e relativos, até assuntos como o corpo humano, a teoria da gravidade e afins. A filosofia nesta época englobava praticamente todas as outras ciências que temos hoje, era a arte dos sábios. Ciências como : política, sociologia, direito,antropologia e outras, estavam todas na filosofia. Não é atoa que praticamente todos os grandes pensadores da Filosofia Antiga discutiram sobre os mais variados temas.

O que é Filosofia Moderna

A partir do renascimento e com a difusão do conhecimento ao alcance de todos, as ciências começaram a se distinguir da filosofia e começaram a se separar da mesma. A filosofia estava perdendo seu espaço como ciência única e universal, que estudava os mais variados fatores da vida humana , tanto abstratas como concretas. A marca de o que é filosofia moderna é a predominação do modo epistemológico da filosofia sobre a metafísica. O fundador desta escola da filosofia é René Descartes, que discutiu modos empíricos de como se obter o conhecimento verdadeiro em seu livro O discurso do Método. Uma famosa frase de descartes é "Penso, logo existo.", descartes pensou em uma forma de se obter o conhecimento verdadeiro através da geometria e assim seria possível conhecer a natureza, o sujeito e a realidade.

Geografia Humana: o que é e o que estuda

                                           Geografia Humana: o que é e o que estuda


O objetivo deste artigo é dar a conhecer o que é a Geografia Humana e o que é que estuda.

A Geografia Humana é um ramo das ciências sociais e geográficas que estuda a relação entre o Homem, como ser da sociedade e o meio natural, ou espaço, que o rodeia, isto é, a forma como o Homem modifica o espaço e a forma como esse meio condiciona o seu comportamento em sociedade.

Campos e Métodos de Estudo da Geografia Humana

Campos e Métodos de Estudo da Geografia Humana
A Geografia Humana abrange vários campos de estudo, entre os quais se destacam o econômico, o social, o cultural, o urbano, o rural, o ambiental, o ecológico e a política, interagindo com diversas áreas do conhecimento e da ciência.

Os métodos de estudo normalmente utilizados em Geografia Humana são os chamados estruturalista, funcionalista, fenomenológigo e neopositivista.

O método estruturalista consiste em considerar a sociedade através de relações ditas “formais”.

O método funcionalista (que deriva da Antropologia, uma ciência social que estuda o Homem e a sociedade onde está inserido de uma forma global) procura explicar os fenômenos sociais como resultado da sua necessidade e utilidade.

O método fenomenológico considera que o que é importante é a consciência do Homem, resultando que o conhecimento humano se deve exclusivamente ao empirismo e a fenômenos de consciência.

A Geografia Humana aborda matérias e realidades físicas e sociais como os conceitos de País, Estado e Nação, Território, Fronteira, Habitat, Continente, População, Região, Povo, Migração, Relações Internacionais, Energia,Transportes e Atividades Econômicas.

Abordagens Filosóficas da Geografia Humana

Os métodos de estudo de cada campo da Geografia Humana utilizam normalmente diferentes tipos de aproximações filosóficas dos fenômenos em estudo.

Essas aproximações são designadas por Geografia do Comportamento, Geografia Crítica, Geografia Marxista e Geografia Feminista.

Segundo a visão da Geografia do Comportamento o ser humano é estudado através de várias áreas do conhecimento, sendo particularmente utlizada a cognição para explicar o entendimento do Homem do meio que o rodeia, e a forma como reage a esse meio.

A cognição define-se como a forma de “conhecer”, tendo como base fenômenos como o raciocínio, o pensamento, a memória e a imaginação. A cognição é um ramo de estudo da Psicologia (a Psicologia Cognitiva).

Para os estudiosos que seguem a Geografia Crítica é necessário abandonar a neutralidade científica e fazê-la uma ciência política, para que a geografia promova a igualdade social e econômica; esta corrente filosófica tem uma atitude de crítica à sociedade capitalista.

Como subcorrente da Geografia Crítica existe a Geografia Marxista que usa os princípios do marxismo para estudar a inserção do Homem na sociedade e no meio e a inter-relação entre eles.

Com uma realidade temporal e uma força diferentes em cada país, a Geografia Feminista adota a visão feminista para estudar a interação entre o Homem, o espaço e a sociedade.

O que é Geografia: e o que ela estuda

                                            O que é Geografia: e o que ela estuda

A Geografia é uma ciência ensinada nas escolas há anos. Devido aos seus ensinamentos, milhares de pessoas conhecem os continentes mesmo sem ter estado neles. O estudo da natureza e de seus aspectos físicos como o clima e o tipo de solo em que pisamos, também pode ser conhecido através desta disciplina tão necessária para o desenvolvimento do ser humano. Mesmo que ela não agrade a todas as pessoas, é inegável que, apesar disso, consegue desenvolver o estudo crítico sobre diversos aspectos da vida na terra. É imprescindível que cada vez mais, haja profissionais competentes que possam desenvolver o gosto pela matéria dentro da cabeça de alunos no mundo todo. 


O que ela estuda?

Clima, relevo, solos e rochas fazem parte dos estudos de uma disciplina conhecida por geografia física. O que ela faz é analisar os aspectos físicos da terra como um todo, visualizando o tempo em que tais aspectos podem estar presentes no planeta, no espaço e as substancias que compõem cada uma deles.
Além disso, a geografia também pode estudar aspectos que vão além da natureza e a sua composição. Por meio de inúmeras teorias e métodos já analisados, a geografia pode estudar o comportamento humano. A matéria visa analisar com todo cuidado, o modo de agir do ser humano e o que ele traz de consequência para o mundo todo. Além disso, pode estudar taxas de desenvolvimento social como as de natalidade, mortalidade, crescimento populacional e outras características que fazem a sociedade ser como é hoje em dia.

Para que serve a geografia?

A geografia pode estudar diversos aspectos distintos sobre o mundo. Porém, o objetivo para que esta disciplina seja ensinada explica muita coisa. Na verdade, o ensino da disciplina abrange várias áreas importantes, como o desenvolvimento da mente humana para questões relacionadas ao próprio meio em que vivem. Os alunos são capazes de aprender sobre a própria moradia e tudo o que a compõe. Com isso, crianças e adolescentes poderão ser capazes de olhar o planeta com outros olhos e ter noções para que a sociedade se desenvolva cada vez mais e de uma forma muito melhor.
Portanto, a visão crítica que o ensino da geografia trás é tão importante quanto a sua visão da natureza, por mais que ela ajude nos cuidados com o meio ambiente e com o valor que cada ser humano deve ter em relação ao próprio chão que pisam, ganhando uma visão ampla, não só de seu país de origem, mas sim de outras nações. 


Psicologia da Educação: o conceito


Quando falamos sobre Psicologia, a maioria das pessoas já pensam logo em um consultório com um divã e um homem de terno anotando tudo que um suposto paciente relata sobre as vozes interiores que falam com ele. Mas na verdade, existem diversas áreas da Psicologia, e uma delas é a Psicologia da Educação, que visa estudar os processos de ensinar, aperfeiçoando-o.
Psicologia da Educação: o conceito

Psicologia da Educação; O que é?

Psicologia da Educação; O que é?
A Psicologia da Educação é o ramo da Psicologia que surgiu já desde a época de Sigmund Freud, o mais notável psicólogo de todos os tempos. Ele chegou a fazer diversos estudos sobre o tema, usando como instrumento para seu estudo a Psicanálise, que é o estudo do inconsciente e sub consciente das pessoas. Através da psicanálise ele foi criando teorias sobre o que acontece no consciente, sub consciente e inconsciente de uma pessoa enquanto ela está tentando aprender. Uma vez que isso foi descoberto e comprovado, ficou mais fácil o processo de ensinar, já que agora já se sabia exatamente o que tinha que ser feito para que a assimilação da pessoa que estava aprendendo fosse maior e já se tinha um amplo conhecimento nos campos da memória recente e memória antiga, auxiliando na fixação do que foi aprendido.

Psicologia da Educação: Como aplicar?

Nas escolas atuais, a Psicologia da Educação é extremamente necessária, uma vez que os alunos têm ficado cada vez mais desanimados e desinteressados com os estudos, uma vez que eles têm diversos outros atrativos como videogames de última geração, televisões, celulares, filmes, entre outros. Com isso, os esforços para atrair a atenção deles e aperfeiçoar o ensino ficou maior, sendo necessário uma imensa intervenção da psicologia em um ambiente multiprofissional para criar métodos atrativos de se ensinar. Para medir os progressos gerados pela Psicologia da Educação, são avaliados o desempenho dos alunos, comparando com o antes e o depois. O maior objetivo desse sistema é obter a confirmação de que o aluno de fato tem conseguido não só decorar certa matéria para uma prova, mas tenha aprendido a matéria realmente. Como a educação não abrange apenas os estudos, também são avaliados os comportamentos dos alunos em si, como seus hábitos, modo de falar, entre outros, para garantir que a educação tenha ultrapassado a barreira dos cadernos de forma a ser capaz de influenciar o aluno com o aprendizado a mudar alguns hábitos negativos ou prejudiciais a ele mesmo ou à sociedade. Com isso podemos notar a importância desse processo na aprendizagem nas escolas.

Pedagogia Tradicional: resumo

A Pedagogia Tradicional é uma das compreensões sobre educação mais antigas que existe e, mesmo assim, é uma das concepções mais aplicadas na educação até hoje.

Pedagogia Tradicional no Brasil

E apesar de ter uma grande aplicação na atualidade, a Pedagogia Tradicional no Brasil é muito criticada por não aceitar uma relação de interação intensa entre o professor e o aluno; não permitindo assim, que o aluno procure ter um entendimento maior sobre os assuntos, uma vez que, na Pedagogia Tradicional ele é tratado de forma passiva, ou seja, como um mero ouvinte, que tem apenas a obrigação de decorar o conteúdo passado pelo professor.

Há também quem diga que a Pedagogia Tradicional ainda é a melhor concepção de educação, desde que seja aplicada verdadeiramente em sua essência, sem distorções. E se houvesse uma aplicação da Pedagogia Tradicional na sua forma excêntrica, onde os conteúdos fossem passados de acordo com o aprendizado de cada aluno, a teoria seria – sem dúvidas – uma ferramenta de extrema importância na educação.

Até hoje, o ensino tradicional – tendo o aluno apenas como ouvinte – predomina na maioria das escolas; por isso, a Pedagogia Tradicional fica refém de um ensino padronizado, que dificilmente permite inovações e interação maior entre o professor e o aluno.

No primeiro momento, as unidades escolares surgem como combatentes da ignorância ou então como um instrumento de combate a marginalidade e isso faz com que as escolas concentrem nos professores o poder de transmissão gradativa de conteúdo aos alunos, e a cabe a eles assimilar os conhecimentos transmitidos pelo professor e não há uma preocupação com os problemas sociais - ou outros - que podem surgir com esta relação pouco interativa.

O professor é a maior autoridade da Pedagogia Tradicional e ele deve ter um nível de conhecimento razoável, já que é o professor tem o dever de repassar para os alunos os conhecimentos históricos que ele adquiriu na Faculdade. E o professor - na maior parte das vezes - se limita a transmitir o conhecimento de forma global, deixando de lado a as individualidades de cada um, e os alunos ficam limitados em apenas "escutar e memorizar" o a matéria que o professor passa, não tendo assim, uma participação na aula.

Mais Sobre Pedagogia Tradicional

Mais Sobre Pedagogia Tradicional
Para alguns autores, a Pedagogia Tradicional não respeita as individualidades de cada pessoa e transforma o ensino em algo muito distante da realidade dos alunos, uma vez que o conhecimento absoluto sobre a matéria vem do professor.

Pedagogia de Projetos: de aprendizagem


Nos dias de hoje, a educação e os estudos têm alcançado níveis de prioridade em nossa sociedade. Para arrumar um emprego que paga pouco já é necessário ter no mínimo o Ensino Médio completo, e para ter um bom emprego atualmente, a faculdade é pouco, sendo assim necessário uma pós graduação, MBA, doutorado, etc.

Considerando esse contexto, fica explicita para os alunos a necessidade de investir em uma educação de alto nível, principalmente para as crianças, uma vez que essa disputa comercial tende a aumentar cada vez mais com o passar dos anos. Surge assim a Pedagogia de Projetos de aprendizagem, da qual vamos tratar através deste artigo.


Pedagogia de Projetos: O que é?

Se observarmos a situação dos estudantes do Ensino Fundamental e Ensino Médio, a grande maioria deles não se interessa muito pela matéria, não alcançando assim um nível de aprendizado de excelência. Isso acontece porque por mais que eles entendam que estudar é necessário, a matéria oferecida pelas escolas não consegue prender suas atenções, se tornando assim um fardo que deve ser levado por obrigação. A partir daí, uma vez que eles têm a oportunidade de largar os estudos, eles o fazem sem nenhum peso na consciência, pois estudar deixou de ser algo importante.

Observando essa situação, nasceu a Pedagogia de Projetos de aprendizagem, que visa atrair a atenção dos alunos para a matéria de forma que eles se interessem novamente e estudem sem que isso seja apenas uma obrigação. Para alcançar esse propósito, são necessários professores, psicólogos e toda uma equipe docente disposta a dar o seu melhor em favor dos alunos, trabalhando em uma equipe multiprofissional.

Pedagogia de Projetos: Como fazer?

 Pedagogia de Projetos: Como fazer?
A proposta da Pedagogia de Projetos de Aprendizagem é criar um trabalhono qual os alunos precisem pesquisar sobre um certo tema que não permite que eles apenas façam por exemplo uma busca rápida na internet. O tema escolhido tem que ser "difícil" o suficiente para desafia-los a procurar mais informações em outros lugares, como pesquisando através de visitas a algum lugar selecionado, palestras, etc. Isso tornará essa aprendizagem um processo não só educativo, mas também divertido e motivante. Uma vez que os alunos entram em contato com esse tipo de projeto, os preconceitos em relação aos estudos começam a ser quebrados, abrindo espaço para uma mente aberta e disposta a aprender com muito mais facilidade do que um aluno que nunca entrou em contato com esse tipo de projeto. É importantíssimo para que isso dê certo, que a equipe multidisciplinar esteja oferecendo suporte ao aluno, e não apenas deixando que ele pesquise sozinho. O prazo de entrega e apresentação desse tipo de projeto deve ser mais longo que a maioria, pois é necessário tempo para que os alunos consigam desenvolver não só o tema escolhido, mas também a forma diferente de pensar sobre os estudos. A partir dai eles terão a chance de serem futuramente inseridos no mercado de trabalho com sucesso!